É tudo desilusão,
Nem arroz, nem pão.
É língua a arder Troas
Na Índia...
A Índia em pedaços,
A língua é tudo,
Pois não!
Muita politica,
Estômagos vazios,
Enquanto uns poucos tubarões
Se desfazem
Em gargalhadas satânicas.
As cinzas de Nehru e Shastri
Recusam-se
A comisturar com a terra,
E alimentar a seara
Que gera o pão.
Pão que não há.
Açúcar também não.
Viva a Liberdade
Apertando o cinturão.
Jesus Cristo
Não desceu da Cruz,
Não, não,
Pobre da Humanidade
Suspensa sem luz,
Em perene incerteza.
Tudo isto,
Sem cor, sem luz,
Sem arroz, sem pão,
É desilusão.
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Wednesday, 14 September 2011
Thursday, 28 July 2011
Alfredo Bragança - Desilusão (1968)
É tudo desilusão,
Nem arroz, nem pão.
É língua a arder Troas
Na Índia...
A Índia em pedaços,
A língua é tudo,
Pois não!
Muita politica,
Estômagos vazios,
Enquanto uns poucos tubarões
Se desfazem
Em gargalhadas satânicas.
Nem arroz, nem pão.
É língua a arder Troas
Na Índia...
A Índia em pedaços,
A língua é tudo,
Pois não!
Muita politica,
Estômagos vazios,
Enquanto uns poucos tubarões
Se desfazem
Em gargalhadas satânicas.
As cinzas de Nehru e Shastri
Recusam-se
A comisturar com a terra,
E alimentar a seara
Que gera o pão.
Pão que não há.
Açúcar também não.
Viva a Liberdade
Apertando o cinturão.
Jesus Cristo
Não desceu da Cruz,
Não, não,
Pobre da Humanidade
Suspensa sem luz,
Em perene incerteza.
Tudo isto,
Sem cor, sem luz,
Sem arroz, sem pão,
É desilusão.
Recusam-se
A comisturar com a terra,
E alimentar a seara
Que gera o pão.
Pão que não há.
Açúcar também não.
Viva a Liberdade
Apertando o cinturão.
Jesus Cristo
Não desceu da Cruz,
Não, não,
Pobre da Humanidade
Suspensa sem luz,
Em perene incerteza.
Tudo isto,
Sem cor, sem luz,
Sem arroz, sem pão,
É desilusão.
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