Sunday, 25 December 2011

Visnum Porobo Sincró - Canavial

Naquele extenso bambual cor de esmeralda
Ocupando o sopé da coluna ondulante
Arequeiras que ficam no fundo do vale
Com toldos de cachos amarelecidos,
Branda aragem murmurando sempre,
Aves trinando encantadores gorgeios,
A cogul anunciadora da Primavera,
De vez em quando soltando sons melífluos,
Os viandantes que se aproximam
Dão graças ao Omnipotente Criador,
Os aborrecidos da faina cotidiana
Esquecem num momento as agruras
No canavial sempre verdejante.

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